Ana Poli questiona atuação de Prefeitura e Sabesp na despoluição do Baquirivu

27nov
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A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou à vereadora Ana Cristina Poli (PL) em resposta ao requerimento nº 2358/19 que “em breve” encaminhará à análise da Câmara de Arujá o Plano Municipal de Saneamento. A resposta foi dada depois de a parlamentar questionar quais medidas estão sendo tomadas pela Prefeitura em conjunto com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para garantir a despoluição do Rio Baquirivu.

No documento, Ana Poli pede informações sobre a atual situação do Baquirivu em relação aos seguintes aspectos: despejos de resíduos e rejeitos; projetos e ações que estão sendo desenvolvidos atualmente para despoluição total do rio; se é possível uma ação imediata de limpeza, remoção de entulhos e desinfecção e/ou despoluição para neutralização de odor e envio a esta Casa de Leis das medidas previstas no Plano de Saneamento Básico e seu cronograma de execução.

Rio Baquirivu corta a cidade de Arujá

No ofício enviado à parlamentar, a secretária municipal Ionara Fernandes, além de assumir o compromisso de enviar o Plano de Saneamento à análise dos vereadores, afirmou que a Prefeitura está em campanha para “notificar e conscientizar” a população quanto à necessidade de ligar a residência à rede de esgoto. “Também elaboramos projetos para instalação de lixeiras e grelhas em bueiros em toda a bacia do Baquirivu e estamos pleiteando recursos da Fehidro para executar essas ações”, revelou Ionara ao complementar: “Essa medida ajudará a diminuir o carreamento de resíduos sólidos para o córrego”.

Sabesp

No âmbito da Sabesp, a gerente do Departamento de Planejamento Integrado e Relações Comerciais Leste, Ana Lúcia Oliveira Scavassini dos Santos, salientou que a competência da empresa é investir na expansão da rede de esgoto para coleta e tratamento de resíduos. “A Sabesp vem ampliando a cobertura da coleta de esgoto no município e investindo na manutenção e melhoria dos serviços. Na bacia do Baquirivu-Guaçu, no trecho inserido nos limites de Arujá, há redes coletoras em toda a área já urbanizada. Os bairros Nippon Club e Jardim Yamamoto se esgotam por fossas e devem ser contemplados com redes coletoras, sem data definida”, informou.

No mais, a gerente pontuou ações feitas em parceria com a Prefeitura, entre as quais, a identificação e autuação de imóveis não conectados à rede coletora e colaboração nos estudos iniciais para instalação do Parque Nascente do Baquirivu. Em relação às outras ações cobradas por Ana Poli, a gerente foi enfática: toda responsabilidade é da Prefeitura de Arujá.

Nascente

Na Sessão Ordinária do último dia 6/11, a Câmara de Arujá aprovou a inclusão de R$ 418.790,39 no Orçamento Municipal de 2019. Os recursos deverão ser destinados à despoluição da nascente do Baquirivu e a Lei Municipal nº 3220/19 que garante o uso dos recursos pela Prefeitura de Arujá foi publicada no Diário Oficial Eletrônico, no último dia 12/11.

Câmara Municipal de Arujá

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Publicado em 04/11/2019

Texto: Silmara Helena