Famílias do Barreto são homenageadas com projetos de denominação de praças

Por iniciativa do vereador Rafael Santos Laranjeira (PSB) e com apoio do Plenário da Casa de Leis, duas praças localizadas no Parque Rodrigo Barreto receberão o nome de ex-moradores do bairro. Os projetos de Lei nº 225/19 e nº 226/19 foram aprovados em 2ª discussão e votação durante Sessão Ordinária de 26/6 e agora aguardam sanção do prefeito para se tornarem Leis.

De
acordo com as propostas será denominada Praça José Alves Feitosa Filho a área
pública que fica entre a rua Benedita Leopoldina de Almeida (altura do nº 921)
e a avenida Railda Alves de Oliveira (altura do nº 942); e terá o nome de
Arquimedes Cavalcante de Araújo, a área localizada entre os números 387 da
Benedita Leopoldina de Almeida e 972 da avenida Railda Oliveira.

“Nosso
objetivo foi prestar uma homenagem a famílias conhecidas e queridas no Barreto.
Isso não as fará, claro, esquecer a dor da perda de entes queridos, mas
eternizará a história delas no lugar onde viveram”, salientou Rafael Laranjeira
ao justificar a nomenclatura.

José Feitosa

Os parentes de José Feitosa no local que receberá seu nome

José
Feitora era morador do Barreto desde 1989 e faleceu aos 69 anos, em 19 de abril
de 2017, vítima de AVC. Foi casado por 50 anos com Ana Massu Oliveira Feitosa
com quem teve três filhos: Marcos, Adriana e Renata. Natural de Alagoas,
trabalhou como marreteiro, encanador, soldador industrial e caminhoneiro. Nos
últimos anos de sua vida, realizava carretos e mudanças.

Sua
família ficou agradecida com a homenagem. A filha Adriana Oliveira, a esposa
Ana Maria e o sobrinho Rogério Oliveira foram até a Praça, que receberá o nome
de José Feitosa, com o vereador Laranjeira. O local fica próximo à residência
deles. “É uma grande alegria”, afirma Adriana.

Arquimedes

Os
pais de Arquimedes ainda se emocionam ao lembrar do filho, morto em decorrência
de um acidente de carro na Estrada da Penhinha em outubro de 2003. O rapaz,
nascido em Arujá, tinha apenas 16 anos e era empacotador. “O pai não vê
defeito, não é? Mas muitos testemunham que ele era bom”, disse o pai, o
paraibano Luiz Cavalcante de Araújo. Segundo ele, a dor nunca passa
completamente. “A gente se conforma com a morte, mas a despedida é dolorosa”,
relembra junto a esposa, Maria de Lourdes Lucena de Araújo, também natural do
Estado da Paraíba.

“Era
um bom vizinho e um bom amigo”, resume Laranjeira.

Luiz e Maria de Lourdes ainda são pais de Lucineres, Lucilei e Iara. Eles chegaram a Arujá em 1980.

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Publicado em 10/07/2019

Texto: Silmara Helena

Fotos: Imprensa/CMA