Vereadores querem instalação de lixeiras subterrâneas

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A exemplo de cidades como Paulínia, no interior de São Paulo, Campos, no Rio de Janeiro, e Salvador, na Bahia, os vereadores

Reynaldo Gregório Junior, o Reynaldinho e Edvaldo de Oliveira Paula, o Castelo Alemão, também querem que a cidade de Arujá adote o sistema de lixeiras subterrâneas. A proposta, apresentada por meio do requerimento 1247/2014, está em análise na Prefeitura e, se adotada, poderá reduzir em até 30% os custos com a coleta de resíduos.

Vereador ReynaldinhoO sistema é dividido em quatro caixas, uma para cada material reciclável. Assim, o lixo descartado pelo morador em um dos recipientes será direcionado ao coletor subterrâneo, até que o caminhão passe para recolher. Com o mecanismo subterrâneo, o lixo não é acumulado nas ruas, evitando o entupimento de bueiros em dias de chuva e enchentes, e deixando o município mais limpo. Cada recipiente pode comportar até três metros cúbicos de resíduos, o equivalente a três mil litros.

As lixeiras especiais também impedem a ação de vândalos e animais, que espalham os resíduos, reduzindo as pestes urbanas, como ratos e baratas, e odores indesejáveis. Para a retirada do lixo, uma pequena grua hidráulica automática é colocada no teto da caixa subterrânea, que é suspensa até a superfície e presa ao caminhão tradicional, onde o resíduo é despejado.

Idealizado na Espanha em 1995, o sistema vem se espalhando por vários países. Até porque destinação do lixo se tornou um dos grandes desafios das cidades. “Este sistema estimula a separação de lixo desde a origem, incentivando a reciclagem e a diminuição de resíduos a serem enviados ao aterro”, afirmam os vereadores na propositura.

Paulínia foi a primeira cidade brasileira a adotar o sistema em 2011. Veja como funcionam as lixeiras subterrâneas.

Fonte: Assessoria de Comunicação/Câmara de Arujá